Treinos do Exército Chinês com artilharia autopropulsionada PCL-171 de 122 mm


China 
Agosto de 2026

Exercícios de fogo real de obus autopropulsionado PCL-171, de 122 mm, parte de uma Brigada do 76.º Grupo do Exército de Libertação Popular da China, em meados de Agosto de 2026, na China.
Ao serviço desde 2020, o PCL-171 está equipado com uma variante da peça PL-96 de 122 mm assente sobre um chassis Dongfeng CTL-181A em 6x6, transportando 28 munições, com uma guarnição de 4 a 5 elementos. Esta unidade de artilharia autopropulsionada, de alta mobilidade, tem um peso de 10 toneladas, um comprimento de 7 metros, uma largura de 2,38m e uma altura de 2,13m. Equipada com um motor diesel, YC6DV1, de 6 cilindros em V, com 295 hp, tem uma velocidade máxima de 120 km/h e um alcance de 700km.
Consegue projectar as suas munições a 18 km, com a sua carga "standard" de alto-explosivo de fragmentação, e até aos 27 km com cargas assistidas por foguete. Pode disparar munições guiadas por laser e, com variantes especiais, alcançar mesmo objectivos até 40 km.
Uma bateria de PCL-171 é composta tipicamente por 6 unidades suportadas por uma viatura de comando e por uma viatura de reconhecimento (equipada com mastro de sensores e radar de artilharia), bem como viaturas de reabastecimento.
O 76.º Grupo do Exército da República Popular da China ("第七十六集团军"), baseado em Xining (na extremidade nordeste do Planalto Qinghai-Tibete), na Província de Qinghai, é um dos 13 grupos das Forças Terrestres do Exército de Libertação Popular da China, estando afecto ao respectivo Teatro de Operações Ocidental (com sede em Chengdu). Predominantemente montanhoso (Himalaias e outras cadeias), planaltos de elevada altitude, desertos e estepes, este Teatro de Operações integra as regiões autónomas de Xinjiang e do Tibete e fronteiras internacionais com a Índia, o Nepal, o Butão, o Paquistão, o Afeganistão, o Cazaquistão, o Quirguizistão, o Tajiquistão, a Mongólia e a Federação Russa.
Foto por Chen Wei | Exército de Libertação Popular da China

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